A importância do marketing político para fortalecer a relação dos políticos com os cidadãos.

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Marketing político: Como gerar autoridade digital?
Para ser uma autoridade digital, é preciso, em primeiro lugar, estar inserido no universo digital. É importante destacar que cada ferramenta digital ou rede social tem funções e linguagens específicas, que produzem um público específico. E para produzir um conteúdo para esse público, é essencial buscar informação através de dados, em geral, a partir de pesquisas.
No caso de um político, estar no feed de notícias dos eleitores deve ser uma constante. Para isso, é preciso executar ações distintas, explorando o máximo possível das ferramentas de cada plataforma digital.
Para o político começar nos meios digitais, em primeiro lugar, é preciso contar com profissionais qualificados para que haja um acompanhamento, com um cronograma de frequência de postagens, desenvolvimento de conteúdo, imagens e vídeos e métrica dos dados de cada ação. Ou, pelo menos, é preciso que o político tenha um mentor para estes assuntos.
O pior lugar para um político é o eleitor não saber onde ele se encontra. Estar online é essencial, como é também gerar interesse para esse público e para isso, é necessário saber quais são os desejos, os anseios, as necessidades e as dores dos eleitores. Essas informações são vitais, pois o cenário político é dinâmico e nele há um período muito curto para se realizar uma comunicação efetiva.
Após estar na web e gerar interesse via comunicação digital, os próximos passos do político para conquistar a autoridade digital são a geração de convencimento do público eleitor, o voto efetivo e, por fim, é necessário fazer com que esse público dissemine o seu nome para que haja uma propagação das suas ações. Cada uma dessas fases necessita de uma informação efetiva, que é geralmente fruto de uma pesquisa.
No marketing digital, há uma mistura de informações, plataformas digitais e estratégias. Com isso, é possível começar a montar campanhas eleitorais efetivas.
O eleitor quer falar de política?
Sim, o eleitor quer falar sobre a política, sobre as eleições. O problema é que o eleitor não aceita candidato despreparado, alguém que não possa representá-lo, mas sim pessoas honestas e competentes para resolver seus problemas, suas necessidades e realizar seus desejos.
Para assumir um papel de liderança em uma campanha eleitoral, é essencial que o candidato tenha em mãos as informações acerca desses problemas da população e as reais propostas e projetos para saná-los.
Normalmente, a população reclama dos mesmos problemas não solucionados pelos políticos, como saúde, segurança pública, educação, entre outros. Então, é imprescindível que o candidato esteja atento aos reais desejos e necessidades dos eleitores.
De modo geral, o que falta atualmente para o político é o conhecimento do seu eleitor, seus medos, suas virtudes e a respeito do que ele pensa sobre o perfil ideal para um candidato. Quando o candidato estuda a mente do eleitor e os problemas da população, maior é a chance de conquistar o seu carisma, e consequentemente, o seu voto.
Muitas vezes, os eleitores até simpatizam com um candidato, mas acabam votando em outro, pois aquele candidato não oferece soluções para melhorar a qualidade de vida das pessoas ou ‘se esconde’ em determinados momentos. Ainda que seja em situações delicadas, como ao se defender de críticas, a exposição é fundamental, pois ao mostrar a sua versão e seus argumentos, o político gera credibilidade para a população.
